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O Trauma No Divã E A Cura Das Memórias: Como Superar As Recordações Que Nos Matam

  Você já sentiu como se um acontecimento doloroso da sua infância continuasse a ditar as suas escolhas, medos e reações no dia de hoje? É assustador perceber que, mesmo após décadas, certas feridas do passado teimam em sangrar no nosso presente. Primeiramente, precisamos reconhecer que a nossa mente humana não esquece os impactos emocionais profundos, apenas os esconde em caixas trancadas. A obra-prima "ODivã", de Roberto Carlos , funciona como uma radiografia poética e dolorosamente real desse processo de adoecimento psíquico. É angustiante notar como o eu lírico revisita a casa com varanda e as flores na janela com uma saudade misturada ao sofrimento do trauma. Em contrapartida, tentar abafar esses gritos internos sem o devido tratamento só prolonga o ciclo de repetição das nossas dores emocionais. Neste artigo, convido você a deitar-se comigo no divã da reflexão para desvendar os mistérios da memória e do sofrimento. Vamos entender como a neurociência, a psicanálise...

O Decreto de Deus – E.T.

As pessoas tem uma ideia da soberania de Deus, mas quando isso é posto em prática, não é bem isso o que parece pensar a maioria das pessoas. O que parece é que a maioria das pessoas tem a ideia de que Deus é alguém que lhe deve obedecer às orações, que está pronto a cumprir as ordenanças daquele que tem em suas mãos o poder da oração.
Mas quando estudamos sobre a Soberania de Deus, danos de encontro com a Ordem de Seus Decretos. Isso inclui a criação, a permissão da queda, e a salvação. E para cumprir os Seus decretos, Deus utiliza dos meios necessários para que eles aconteçam.
Para entender isso precisamos crer que Deus tem um propósito, um plano. E este plano está envolvido em Sua personalidade. E pode ser provado pelas escrituras: “O Senhor dos Exércitos o determinou; quem pois o invalidará? E a Sua mão estendida está; quem pois o fará voltar atrás?” (Isaias 14. 27).
Alguém poderá dizer: “Mas você está citando o Velho Testamento...”
Ok, o apostolo Paulo tinha uma visão mais centrada das Escrituras do que muitos crentes em nosso tempo, ele escreveu aos efésios: “Havendo sido predestinado, conforme o propósito daquele que faz todas as coisas segundo o conselho da Sua vontade.” (Efésios 1. 11).
Na minha infância aprendi que: “Os decretos de Deus são o Seu eterno propósito, segundo o conselho de Sua vontade, pela qual, para Sua própria glória Ele tem predestinado tudo o que acontece” (Catecismo pergunta 7).
Sei que não é fácil de entender. Nossa mente não está pronta para aceitar certas coisas. Principalmente quando criamos ideias erradas a respeito de Deus. Por exemplo, não é tão difícil entender que Deus através de Seu decreto positivo, faz Ele mesmo, aquilo que Ele resolveu fazer. Mas não é tão simples de entender quando pensamos em Seus decretos permissivos, ou seja, aquilo que Deus permite acontecer porque Ele resolveu permitir.
Em Seus propósitos, Deus abrange todos os acontecimentos. Isso inclui todo o curso geral da história, como também os acontecimentos particulares, como o nascimento de Cristo predito em Miquéias 5. 2. E são exatamente nesses particulares que nossa mente finita não consegue entender a mente infinita de Deus.
Como entender os atos bons dos homens?: “Porque somos feitura Sua, criados em Cristo Jesus, para as boas obras, as quais Deus, preparou para que andássemos nelas” (Efésios 2. 10). E ainfa mais, como entender os ato maus dos homens?: “O Senhor fez todas as coisas para os Seus próprios fins, e até o ímpio para o dia do mal” (Provérbios 16. 4).
Em Seus decretos Deus decretou os acontecimentos que chamamos de acidentais, e para todas as coisas Ele decretou tanto os meios como os fins: “Devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados do Senhor, por vos ter Deus eleito desde o princípio para a salvação, em santificação do espírito e fé da verdade” (2 Tessalonicenses 2. 13). Deus os elegeu para a salvação, este é o fim; em santificação e fé, este é o meio.
Se Deus escolhe um homem para a salvação, escolhe também os meios para alcançar esse fim: “Eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo” (1 Pedro 1. 2).