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Você Não é Burro — Seu Cérebro Foi Reprogramado Para Não Conseguir Ler Mais Um Livro Inteiro

  Por que você não consegue mais terminar um livro? Você já começou um livro com entusiasmo genuíno e, poucas páginas depois, sentiu uma vontade incontrolável de checar o celular? Esse fenômeno, cada vez mais comum entre adultos e jovens, não é sinal de burrice, fraqueza intelectual ou falta de disciplina. É o resultado mensurável de uma mudança estrutural profunda no modo como nosso cérebro processa informação — provocada, em grande parte, pelo consumo massivo de microvídeos. Primeiramente, precisamos reconhecer a gravidade dessa perda. A leitura profunda não é apenas hábito cultural nostálgico — ela é habilidade cognitiva complexa, construída ao longo de anos, e hoje sendo silenciosamente desmontada por um ambiente digital hostil à concentração sustentada. O que os microvídeos estão fazendo com sua capacidade de concentração? Como especialista em Letras, é impossível não lamentar o que está sendo perdido: a leitura profunda desenvolve repertório analítico, vocabulário s...

Jeová-Salvador-Deus Conosco

Quando lemos a Bíblia nos deparamos com aquilo que ela descreve como sendo as duas naturezas de Jesus. A Bíblia descreve Jesus como sendo Deus e ao mesmo tempo sendo homem.

Quando ela fala de Jesus como sendo Deus, está mostrando Sua natureza divina, a quem todo joelho deve se dobrar em adoração diante Dele.

Quando a Bíblia fala de Jesus como sendo homem, está mostrando sua natureza humana, e assim nos ensina que da mesma forma como Jesus suportou toda provação e tentação, nos também podemos suportar. Mas, além disso, para que nós pudéssemos ouvir os ensinamentos que Deus quer que aprendemos e pratiquemos.

A Bíblia descreve a natureza dupla de Jesus, como Deus e homem da seguinte maneira: “Tendo em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois Ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. Pelo que também Deus O exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai” (Filipenses 2.5-11).

Isso nos faz pensar no seguinte, se Cristo era Deus na forma humana, então Ele, mais do que qualquer outro ser humano, deve ser ouvido, reverenciado e até mesmo adorado. Pois o Deus que criou as estrelas, os planetas e as galáxias tornou-se homem.

O Deus que espalhou diversos sóis pelos céus, viveu e andou nesta terra.

E o mais extraordinário de tudo, Ele morreu por causa de sua própria criação. 

Sua morte significou muito mais do que a morte de um homem bom. Sua morte é o sacrifício supremo de todos os tempos.

O nome Jesus Cristo é tanto um nome como um título. Derivado do nome grego Jeshua ou Joshua, que significa “Jeová-Salvador” ou “o Senhor Salva”, Sua morte nos mostra qual era Seu desejo ao se entregar a humilhante morte de cruz: salvar a todo aquele que Nele crer.

Cristo por sua vez, é uma palavra derivada do hebraico Mashiach que tem como significado “o ungido” (Daniel 9. 26).

Isso tem grande importância, pois o título Cristo trás consigo duas funções, são elas: a de rei e a de sacerdote. Isso indica que Jesus é mostrado como o sacerdote e o rei prometido nas profecias do Antigo Testamento.

Para a época de Natal que se aproxima, lembrar dessas coisas tem um significado importantíssimo, pois nos faz pensar no seu real sentido e no verdadeiro aniversariante.

“Pois o Senhor mesmo lhes dará um sinal: a jovem que está grávida dará luz um filho e porá nele o nome de Emanuel” (Isaias 7. 14).

Emanuel foi o nome com o qual o profeta Isaias designou o filho que seria concebido por uma virgem, Maria, isto é Jesus Cristo, o “Deus conosco”.