Post Em Destaque

Você Não é Burro — Seu Cérebro Foi Reprogramado Para Não Conseguir Ler Mais Um Livro Inteiro

  Por que você não consegue mais terminar um livro? Você já começou um livro com entusiasmo genuíno e, poucas páginas depois, sentiu uma vontade incontrolável de checar o celular? Esse fenômeno, cada vez mais comum entre adultos e jovens, não é sinal de burrice, fraqueza intelectual ou falta de disciplina. É o resultado mensurável de uma mudança estrutural profunda no modo como nosso cérebro processa informação — provocada, em grande parte, pelo consumo massivo de microvídeos. Primeiramente, precisamos reconhecer a gravidade dessa perda. A leitura profunda não é apenas hábito cultural nostálgico — ela é habilidade cognitiva complexa, construída ao longo de anos, e hoje sendo silenciosamente desmontada por um ambiente digital hostil à concentração sustentada. O que os microvídeos estão fazendo com sua capacidade de concentração? Como especialista em Letras, é impossível não lamentar o que está sendo perdido: a leitura profunda desenvolve repertório analítico, vocabulário s...

Sobre A Reforma Protestante


Lutero não tinha ideia do que iria significar tudo àquilo que ele estava proporcionando à igreja do Senhor Jesus quando fixou no dia 31 de outubro de 1517, as 95 teses contra os diversos pontos da doutrina da Igreja Católica Romana.

A Reforma Protestante foi um movimento reformista cristão iniciado no início do século XVI por Martinho Lutero. E de lá para cá, houve grandes mudanças na história. Nos quatro cantos da terra houve grande avanço nos séculos posteriores.

O que Martinho Lutero queria era uma reforma no catolicismo. E tudo culminou numa libertação da dominação católica na ciência, nas artes, na política e pela libertação da teologia católica e dos ensinos vividos.

O resultado da Reforma Protestante foi a divisão da chamada Igreja do Ocidente entre os católicos romanos e os reformados ou protestantes, originando o Protestantismo.

Lutero impulsionou o debate teológico de seu tempo, que acabou resultando no nascimento das tradições luteranas.

A Refutação de Lutero estava sobre o poder e eficácia das indulgências, uma vez que a Bíblia ensina que: “O justo viverá pela fé” (Romanos 1. 17).

As Indulgências foram concedidas pela Igreja Católica logo no início, e serviam para reduzir as penitências muito severas, ou seja, elas serviam para reparar o mal causado como consequência do pecado através de boas obras. No entanto a pessoa ainda ficava obrigada a ter os seus pecados isentos por um sacerdote para receber a salvação.

Para a Igreja Católica a salvação que é possível por meio de Jesus Cristo, permite ao pecador sua entrada no céu. Já o batismo resulta no perdão completo de todos os seus pecados. Mas aqueles pecados cometidos após o batismo dão origem a um pecado que não foi perdoado. E aqueles pecados considerados mortais tais como praticados por malícia ou por livre consentimento, extinguem a graça santa da alma do fiel e condenam essa alma ao inferno. Para estes pecadores, a graça tem de ser restaurada pela perfeita contrição, administrada através do sacramento da confissão.

A ação realizada por Lutero foi em grande parte uma resposta à venda de indulgências.

Para nós hoje, basta-nos lembrar dos seguintes textos:

“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé,
e isto não vem de vós, é dom de Deus”
(Efésios 2. 8)

“E em nenhum outro há salvação;
porque debaixo do céu nenhum outro nome há,
dado entre os homens, em que devamos ser salvos”
(Atos 4. 12)

“Porque, se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor,
e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos,
será salvo”
(Romanos 10. 9)

“Se confessarmos os nossos pecados,
Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados
e nos purificar de toda injustiça”
(1 João 1. 9)

“O que vencer será assim vestido de vestes brancas,
e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida;
antes confessarei o seu nome diante de meu Pai
e diante dos seus anjos”
(Apocalipse 3. 5)

“Porque no evangelho é revelada,
de fé em fé, a justiça de Deus,
como está escrito: Mas o justo viverá da fé”
(Romanos 1. 17)