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Castigo Isonômico na Bíblia — Entenda o Que é Justiça Proporcional Segundo as Escrituras

A palavra “justiça” costuma despertar muitas emoções — especialmente quando vemos injustiças todos os dias. Mas será que sabemos o que é justiça verdadeira à luz da Bíblia? Um conceito importante para entender isso é o do castigo isonômico , expressão que une duas ideias fundamentais: punição e igualdade . O que significa castigo isonômico O termo “castigo isonômico” vem do princípio jurídico da isonomia , que significa igualdade perante a lei . Em palavras simples, trata-se de punir com justiça, sem privilégios ou discriminações. Esse princípio se resume em duas regras básicas: Tratar igualmente os iguais: quem comete o mesmo erro, nas mesmas condições, deve receber a mesma punição. Tratar desigualmente os desiguais, na medida da desigualdade: a pena deve ser proporcional à gravidade do erro e às circunstâncias do caso. Em outras palavras, o castigo isonômico busca equilíbrio: nem rigidez cega, nem impunidade; mas justiça que leva em conta as dife...

Características da Experiência Religiosa

         
Quando falamos de experiência religiosa, estamos falando da forma de comportamento de um indivíduo, e esse comportamento pode ser expresso de várias formas.

Portanto, é a forma como o indivíduo expressa a sua fé, ou como expressa a sua experiência religiosa.

É muito difícil determinar se um determinado comportamento pode ser considerado como uma experiência religiosa ou não. O que se usa normalmente é determinar se tal comportamento, ato ou atitude, está tendo referência com o sobrenatural.

Por exemplo, uma pessoa com sentimento de culpa. Ela pode ser considerada como uma experiência religiosa ou não.

Quando a culpa se torna algo amargo na alma do indivíduo, mas, isso não o leva ao arrependimento a ponto de consertar as coisas, essa não se torna uma experiência religiosa. Somente consideraremos como experiência religiosa ou comportamento religioso se esse ato ou atitude for feito na presença de Deus. Caso contrário não passa de um remorso causado pelo erro cometido.

Jesus certa vez comentou com seus discípulos: “Porque cada árvore se conhece pelo seu próprio fruto; pois dos espinheiros não se colhem figos, nem dos abrolhos se vindimam uvas” (Lucas 6. 44).

Pelas classificações feitas por Walter H. Clark, entende-se que existem três tipos de cristãos, a saber:

Primeiramente temos aqueles que chamamos de primário, são aqueles indivíduos que experimentam uma profunda experiência interior. Ele procura harmonizar sua vida com o sobrenatural. Torna-se uma experiência altamente enriquecedora, neste tipo de experiência a oração é o resultado de um impulso interior. Não uma obrigação a ser realizada.

Em segundo, encontramos a experiência que chamamos de secundária, ou seja, é uma experiência formada simplesmente pela formação de hábitos. Quando o indivíduo ora, ele o faz simplesmente como resultado de um hábito. É um comportamento que pode ser muito útil e necessário ao homem. Indivíduos que tenham uma experiência religiosa altamente criativa pode se utilizar desse recurso.

Em terceiro, Walter H. Clark classifica a experiência religiosa como terciária. O tipo terciário é aquele indivíduo que nada tem a ver com uma experiência primária. Sua experiência é baseada simplesmente numa rotina, que determina seus atos apenas como mero conformismo ou tradição religiosa.

Alguns anos atrás Stanley Jones,disse em relação aos estados Unidos que de todas as pessoas que pertencem às igrejas, apenas cerca de um terço revela o tipo primário, um terço como sendo do tipo secundário, e o outro terço se constitui de pessoas vazias que enchem as igrejas.

Quando Jesus diz: “Ou fazei a árvore boa, e o seu fruto bom; ou fazei a árvore má, e o seu fruto mau; porque pelo fruto se conhece a árvore” (Mateus 12. 33). Ele está mostrando que quando se tem uma experiência religiosa boa, essa experiência envolve ideia de valores, o indivíduo tem preferência por interesses e necessidades que são dignas de serem alcançadas. Pois seus esforços e objetivos estão na direção de um valor supremo e fonte de valores eternos. E esses objetivos se transformam em uma resposta social. Pois há um confronto do indivíduo com o outro.

Nesse confronto, se encontra o verdadeiro fruto que a experiência religiosa desse indivíduo produziu dentro de si.

O apóstolo Paulo diz aos crentes de Corintos: “Ora, até as coisas inanimadas, que emitem som, seja flauta, seja cítara, se não formarem sons distintos, como se conhecerá o que se toca na flauta ou na cítara?” (1 Coríntios 14. 7).