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Castigo Isonômico na Bíblia — Entenda o Que é Justiça Proporcional Segundo as Escrituras

A palavra “justiça” costuma despertar muitas emoções — especialmente quando vemos injustiças todos os dias. Mas será que sabemos o que é justiça verdadeira à luz da Bíblia? Um conceito importante para entender isso é o do castigo isonômico , expressão que une duas ideias fundamentais: punição e igualdade . O que significa castigo isonômico O termo “castigo isonômico” vem do princípio jurídico da isonomia , que significa igualdade perante a lei . Em palavras simples, trata-se de punir com justiça, sem privilégios ou discriminações. Esse princípio se resume em duas regras básicas: Tratar igualmente os iguais: quem comete o mesmo erro, nas mesmas condições, deve receber a mesma punição. Tratar desigualmente os desiguais, na medida da desigualdade: a pena deve ser proporcional à gravidade do erro e às circunstâncias do caso. Em outras palavras, o castigo isonômico busca equilíbrio: nem rigidez cega, nem impunidade; mas justiça que leva em conta as dife...

Achado Sem Procurar



“E perguntaram-lhe: Onde está ele? Respondeu: Não sei”
(João 9. 10).

Quem pode executar juízo e dar cura a não ser Deus?
O cego pôde experimentar o favor de Deus sobre sua vida. E o fragmento dessa graça fez com que em seu interior fosse crescendo o entendimento sobre essa graça, a ponto de se tornar adoração. Pois aquele que veio para ser a luz do mundo (João 8. 12) se fez luz na vida desse homem a ponto dele passar a ver luz através de seus olhos. E ele próprio passou a ser agente irradiador dessa graça: “Respondeu-lhes o homem: Nisto, pois, está a maravilha: não sabeis donde ele é, e, entretanto ele me abriu os olhos; sabemos que Deus não ouve a pecadores; mas, se alguém for temente a Deus, e fizer a sua vontade, a esse ele ouve. Desde o princípio do mundo nunca se ouviu que alguém abrisse os olhos a um cego de nascença. Se este não fosse de Deus, nada poderia fazer. Onde ele está eu não sei. Mas uma coisa eu sei. Eu era cego e agora vejo. Eu nunca mais verei a vida do mesmo jeito. Esse homem me fez ver a vida com uma nova interpretação” (João 9. 30-33).
O ex-cego, fez um relato breve do que aconteceu. E enquanto ele ia relatando a história, se lhe ia crescendo uma estima por Jesus. No começo é o homem chamado Jesus (João 9. 11); no fim, Ele é o objeto da sua fé e adoração (João 9. 38).
Esse homem sabia quem era o seu benfeitor. Apesar de não o ter procurado.
Assim é a ação de Deus para com o homem. Apesar de não O procurar, somos achados por Ele.
Imagine a Graça de Deus irradiando e criando tudo que existe. Tudo que vemos é sinal da Graça de Deus. Mas, antes de tudo isso, foi preciso que o Cordeiro fosse imolado. Ainda na eternidade, a Graça de Deus preparou o meio de o homem ser absorvido, através de um amor imerecido.
Jesus foi ao encontro daquele homem.
Quando Ele nos acha, somos colocados numa posição de escolha. Pois ao vê-Lo, nos é apresentado uma nova interpretação de nossa própria existência.
Talvez você não O procure. Talvez você não creia em Jesus. Talvez você não saiba onde procurar.
Mas Ele está bem aí ao seu lado. Até encontra-Lo, somos como aquele cego que não consegue enxergar a graça que se renova a cada dia. Que traz dia e noite, sol e chuva, calor e frio. Que nos ajuda na caminhada de nossa existência.
Mas quando O encontramos podemos dizer como aquele homem: “Mas uma coisa eu sei. Eu era cego e agora vejo. Eu nunca mais verei a vida do mesmo jeito. Esse homem me fez ver a vida com uma nova interpretação”.
Basta simplesmente chamar por Seu nome e começar a conversar com Ele.
Vamos lá... Tente!