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A Verdade Que Ninguém Conta Sobre o Pós-parto Solo e o Silêncio da Madrugada

Você já experimentou a sensação de ver a porta de casa se fechar, as visitas irem embora e um silêncio avassalador inundar a sala enquanto um recém-nascido chora em seus braços? Primeiramente, precisamos reconhecer que essa é a realidade crua e silenciosa que a sociedade frequentemente romantiza e esconde. Quando o sino da maternidade para de tocar, a mãe solo é abruptamente arremessada em um cenário onde a expectativa cultural exige um sorriso constante, todavia, a realidade interna impõe uma tempestade devastadora. Essa transição abrupta, vivida por tantas mulheres como a personagem Lia no segundo dia em casa com sua filha Aurora, marca o início de um dos períodos mais complexos da existência humana. Em contrapartida ao ambiente hospitalar monitorado e seguro, o lar transforma-se em um eco de responsabilidades multiplicadas e solidão amplificada. O peito aperta diante de uma dualidade dolorosa: a urgência de vestir a armadura da mãe forte contraposta à necessidade desesperada da mu...

Um Mundo de Aparências


Vivemos em um mundo de aparência, onde muitos escondem certas intenções. Tornando o ser humano mais materialista, cheio de desesperança, de insegurança e de frieza espiritual.

Apesar disso, ainda existem pessoas transparentes, que sabem fazer escolhas, que não vivem baseadas em destino.

São aquelas que escrevem a própria história, construindo seu caminho. Elas têm a consciência limpa. Não são egocêntricas e nem individualistas. Tem sua consciência tranquila.

Elas sabem que o que sabem não é o que as tornam grandes. E por ter consciência disso, a grandeza delas se baseia no quanto elas sabem que não sabem.

Elas sabem que a verdade dói, mas não se deixam vender pela mentira.

As necessidades do homem são as mesmas, em todas as gerações, desde hoje, nos tempos de Cristo até a pré-história. Elas estão baseadas nas coisas que todos nós gostaríamos de ser, de obter, de fazer, e de evitar.

E por causa dessas necessidades o homem está se desumanizando e se animalizando cada vez mais. Perdendo o seu referencial de moralidade.

O resultado disso está claro: desamor, violência, orgias, depravação e uma crescente desvalorização moral e espiritual.

Num mundo como esse, entender a vontade de Deus é essencial para a vida. E algo que está incluído em Sua vontade é que o homem tenha comunhão com Ele.

No entanto, a grande verdade é que isso tem um custo. Mas como eu disso antes, as necessidades do ser humano estão baseadas nas coisas que gostaríamos de ser, de obter, de fazer, e de evitar.

Todos querem evitar a perda de tempo, a perda de dinheiro, trabalho, desconforto, preocupações, dúvidas, riscos, embaraço pessoal.

Ninguém faz ou deixa de fazer alguma coisa a não ser para conseguir um destes motivos ou fugir de alguns males.

Todas as coisas boas, tudo que é grande tem um custo. Nós não conseguimos por um processo de abreviamento.

Para se ter comunhão com Deus precisamos possuí-la com esforço, sacrifício, dedicação e disciplina.

Precisamos renovar nossa mente e pensar nas coisas que são boas e agradáveis a Deus.

Precisamos deixar de fazer aquilo que agrada a nós para nos dedicarmos àquilo que agrada a Deus.

Todos sabem que a corrupção existe em todos os países. Algumas vezes somos vitimas dela e outras somos os autores dela. O que faz diferença é sua frequência.

 E para mudar isso é preciso pagar um preço, é preciso esforço, é preciso sacrifício, dedicação e disciplina.

Pois como disse o sábio rei: “Guarda com toda a diligência o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida” (Provérbios 4. 23).