Post Em Destaque

Como Organizar a Rotina de Mãe Solo Sem Se Esgotar: O Guia Prático

  Você já se pegou operando puramente no modo automático, atravessando os dias entre trocas de fraldas, banhos e mamadas, apenas para desabar na cama com uma sensação de vazio inexplicável? Primeiramente, precisamos compreender que esse estado de anestesia emocional é um mecanismo clássico de defesa da nossa mente. Após as primeiras semanas do parto, quando a poeira do choque inicial começa a baixar, muitas mulheres percebem que estão apenas sobrevivendo aos dias, mas não vivendo neles. É como se uma névoa psíquica invisível obscurecesse a própria identidade, reduzindo a existência a um ciclo interminável de apagar incêndios domésticos. Em contrapartida à romantização da maternidade, a rotina de cuidar de um bebê sem uma parceria para dividir o peso físico e emocional exige mais do que resiliência; exige um mapa. Quando a personagem Lia olhou seu reflexo no espelho com a filha Aurora nos braços, ela compreendeu que precisava de um caminho estruturado para reconstruir a si mesma. ...

Eu Sou Aquele Que Sou


“Respondeu Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU.
Disse mais: Assim dirás aos olhos de Israel:
EU SOU me enviou a vós”
(Êxodo 3. 14)
Há quem diga que é o que é porque não pode ser o que é. Talvez numa tentativa de contrariar o sistema, uma doutrina, ou simplesmente a tal famosa rebeldia de um filho que se revolta contra seu pai.

Mas existe Um que é o que é, porque não pode ser o que não é.

Jesus diz que é o que é, pois não pode ser o que não é. Ele diz: “EU SOU QUEM SOU” (João 8. 24, 28, 58).

Ele está simplesmente dizendo que é Deus. E por isso Ele não pode deixar de ser o que é.

A expressão “EU SOU QUEM SOU”, é uma designativa do próprio Deus quando apareceu a Moisés.

Deus não tem propriamente um nome. Existem vocábulos utilizados no Velho Testamento e no Novo Testamento. Algumas expressões são utilizadas como forma de auxiliar-nos na nossa experiência com Deus como: “Aquele que cura”, “Aquele que liberta”.. A própria palavra Deus não tem significado ou sentido último, apenas nos coloca diante a fé em Deus.

É interessante que até os nomes são incapazes de descrever o que é Deus.

Passou-se o tempo, a ciência evoluiu e embora o homem tenha conquistado enorme conhecimento e desenvolvido o seu intelecto, sendo capaz de elaborar inúmeras teorias científicas sobre as coisas pertencentes à natureza e sobre si mesmo, ainda assim, é incapaz de verdadeiramente entender e conceituar a Deus, limitando-se a ter fé.

O homem é o que é e não pode ser o que não é. O homem não pode ser Deus.

O que há é um Deus sem nome, em quem podemos ter fé. Em nossa experiência com Ele vamos encontrando livramento, salvação, cura, justiça e prosperidade.

As palavras que O descreve não o nomeiam, mas confere a Ele um significado como, por exemplo, sua personalidade, ou seu caráter.

Para o homem resta a livre vontade e a responsabilidade em aceitar ou rejeitar seus apelos e convites.