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Quando os Justos Governam, o Povo Se Alegra: Provérbios 29:2 e os Desafios Atuais do Brasi

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O Ser Humano e as Emoções – Parte 3



Recordo-me de uma pergunta que um aluno me fez certa vez. Ele perguntou: “Porque surgem as neuroses?”

Mesmo estando dentro de uma igreja, sendo membro fiel, participando semanalmente dos cultos, ainda há a possibilidade desse membro se tornar um neurótico. Afinal de contas, quem de nós não é?

Isso acontece porque no fundo de nós mesmos, nos sentimos só, isolados, inseguros, e constantemente amedrontados com a possibilidade de perder aquilo que é o objeto de nosso amor. É quando se instala a ansiedade.

As neuroses são quadros patológicos de origem psíquica. Estão muitas vezes ligadas a situações do dia-a-dia do indivíduo, situações externas que podem provocar transtornos na área mental, física e até mesmo da personalidade.

Na visão da psicanálise, as neuroses são fruto de tentativas ineficazes de lidar com conflitos e traumas inconscientes.

A diferença de uma reação normal para uma reação neurótica é a intensidade do comportamento e a incapacidade do indivíduo de resolver seus conflitos, sejam eles internos ou externos, de uma maneira satisfatória.

Um exemplo que eu me lembro ter dado foi o seguinte: “Uma jovem que dentro de sua casa tem problemas relacionais com seu pai, ela o odeia por ele não deixar que ela saia com um amigo de escola, e esse sentimento faz com que muitas vezes ela deseje que seu pai morra. Por outro lado ele é seu pai, e ela o ama, pois é por ele que ela existe e todas as coisas que ela possui vieram por intermédio dele”. Uma relação de amor e ódio. De prazer e dor. O mesmo objeto que lhe dá prazer a faz sofrer.

A sensação de abandono e incompreensão é grande para essas pessoas que não conseguem encontrar dentro da normalidade uma maneira de resolver os seus conflitos: “A despeito de tudo e abandonado por Deus quando estou doente, uma das piores coisas que somos obrigados a enfrentar nessa doença é o isolamento e o desespero. É como se ninguém nos compreendesse”.

Dentro da experiência com o cristianismo, se descobre que viver unido com Jesus é o oposto de se sentir isolado. E nessa experiência, aquele sentimento que a neurose trás, de que todas as boas relações foram rompidas e a ansiedade de separação e de perda dos objetos nos invade, o relacionamento com Cristo nos ajuda a entender que Ele está ao nosso lado para nos ajudar a escapar de um mundo escuro e vazio. “Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora” (João 6. 37).

Esse mundo escuro e vazio é um mundo constituído da persistência das experiências de medo da infância, numa parte inconsciente de nossa mente. E esses medos e sentimentos quando trazidos ao consciente, ajudará nas transformações que serão capazes de libertar nossa capacidade de se relacionar com pessoas de uma forma mais favorável. “Torno a trazer isso à mente, portanto tenho esperança” (Lamentações de Jeremias 3. 21).

 Essa libertação que sai do inconsciente e vem para o consciente, ajudará também no relacionamento com Deus, pois serão relacionamentos baseados no amor e na confiança: “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8. 32).

O cristianismo é uma relação que dá segurança. Pois existe uma pessoa infinita, eterna, imutável, cujo amor, portanto não está sujeito às mudanças e fracassos que afligem o amor humano. Bem diferente da neurose que é a vida baseada no medo.

Todo medo e mesmo os sintomas neuróticos que temos consciências deles, se manifestam a partir dos medos profundos que estão em nosso inconsciente.

O Cristianismo é o oposto da neurose.

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