Post Em Destaque

Quando os Justos Governam, o Povo Se Alegra: Provérbios 29:2 e os Desafios Atuais do Brasi

  Vivemos um tempo em que a política ocupa cada vez mais espaço no cotidiano. As notícias, os debates e até os vídeos nas redes sociais mostram como a escolha de líderes pode impactar diretamente a vida de uma nação. 👉 Em uma eleição, nunca foi tão fácil escolher quem é o lado certo e quem é o lado errado da história — veja este vídeo . 📌 O cenário político atual Nos últimos meses, o Brasil tem enfrentado uma série de acontecimentos que revelam tanto a fragilidade quanto a importância da liderança justa: STF dividido: Ministros se dividiram sobre a prorrogação da CPMI do INSS, mostrando como até mesmo o Judiciário vive tensões internas ( CNN Brasil ). Percepção popular: Para 47% dos brasileiros, o STF está “totalmente envolvido” no caso Master, o que reforça a desconfiança da população em relação às instituições ( Estadão ). Declarações polêmicas: O presidente Lula afirmou que o Brasil seria “um dos países mais respeitados no mundo do crime organizado” , em mais uma ...

Tetelestai, “Está Consumado”

Após horas de agonia, solidão e dor, Jesus ergueu os olhos para os céus e disse: “está consumado”.
Ele estava dizendo com essa palavra que estava tudo pago. Já não havia mais dívidas.
Uma palavra grega, mas, bem conhecida por qualquer romano da época.
Quando alguém era preso, era levado a um cárcere onde um oficial de justiça pegava a lista de todos os seus delitos, passando em seguida à leitura de sua sentença. Cumprida a tal sentença, o mesmo oficial o tirava do cárcere, pegava o selo de autoridade vigente e batia sobre aquele papel “tetelestai”, ou seja: tudo está pago, tudo está consumado.
Significava dizer que aquele homem nunca mais poderia ser preso por aqueles delitos. E Jesus estava dizendo: “Pai, paguei tudo, para que aquele que crer em mim não tenha mais dívida”. Já não há mais nenhuma condenação para os eleitos de Deus (Romanos 8.1).
Jesus, então, olhou para os céus e disse: “Pai, nas tuas mãos eu entrego o meu Espírito”.
Todos os espinhos deste mundo estiveram sobre Cristo: “Os espinhos do espírito”, que fazem pessoas ter grandes dores e viverem grandes tragédias, são dores pontiagudas que atingem o cerne, o íntimo do homem. Os espinhos familiares, que atingem a sociedade, trazem calamidades, e provocam a desagregação das famílias. Os espinhos da religião, gente que está em crise religiosa. Pessoas que tem grandes decepções com a religião e já perderam a esperança de encontrar a felicidade, gente com incertezas sobre a morte sem saber para onde irão depois, gente que apesar da religião continuam oprimidas e muitas vezes feridas por causa da iniqüidade das religiões para as quais se entregaram.
As pessoas são acometidas de toda sorte de infelicidade e tragédias; é o vazio do coração, a angústia profunda da alma. Mas Jesus levou sobre Ele todos esses espinhos. Você se lembra que até a coroa dEle era de espinhos?
A mensagem que quero passar para você é esta: todas as pessoas possuem seus espinhos, sejam espirituais, sejam sociais, ou emocionais que estão machucando, incomodando e causando grande dor. E não há lugar, não há situação em que você esteja totalmente bem, não há nada. Mas, Jesus levou seus espinhos. Ele levou seu vazio existencial e não há motivo para você estar vivendo esta tragédia, este desconforto que faz que onde quer que você esteja, tudo pareça perdido, pois tudo dói. Tudo isto pode acabar na cruz. A coroa de Jesus era de espinhos e Ele já pagou o preço.
Três dias depois, num domingo, após José de Arimatéia tirar Jesus da cruz e envolve-Lo em 50 metros de pano, colocá-Lo num túmulo, um anjo do Senhor desceu dos céus e ouve um grande terremoto. O anjo disse às mulheres que ali chegavam: “Por que buscai dentre os mortos aquele que vive? Ele não está mais aqui, pois já ressuscitou” (Lucas 24:5).
Tenha coragem, vença as tragédias da alma. Com Jesus somos mais que vencedores!

Ore agora: Senhor, estou cravado de espinhos que me machucam e faz doer. Mas quero ser sarado de todos esses ferimentos.


Comentários