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O Trauma No Divã E A Cura Das Memórias: Como Superar As Recordações Que Nos Matam

  Você já sentiu como se um acontecimento doloroso da sua infância continuasse a ditar as suas escolhas, medos e reações no dia de hoje? É assustador perceber que, mesmo após décadas, certas feridas do passado teimam em sangrar no nosso presente. Primeiramente, precisamos reconhecer que a nossa mente humana não esquece os impactos emocionais profundos, apenas os esconde em caixas trancadas. A obra-prima "ODivã", de Roberto Carlos , funciona como uma radiografia poética e dolorosamente real desse processo de adoecimento psíquico. É angustiante notar como o eu lírico revisita a casa com varanda e as flores na janela com uma saudade misturada ao sofrimento do trauma. Em contrapartida, tentar abafar esses gritos internos sem o devido tratamento só prolonga o ciclo de repetição das nossas dores emocionais. Neste artigo, convido você a deitar-se comigo no divã da reflexão para desvendar os mistérios da memória e do sofrimento. Vamos entender como a neurociência, a psicanálise...

Dai-me Teus Olhos

 

Dai-me Teus Olhos

 

Dá-me teus olhos quero ver
Dá-me as Tuas palavras, quero falar
Mostra-me o Teu querer

Dá-me os teus pés, eu quero ir
Dá-me o Teus desejos, para sentir
Mostra-me o Teu querer

Dai-me o que necessito
Para ser como Tú

Coro

Dá-me a tua voz, dá-me Teu fôlego
Tome meu tempo és para Ti
Dá-me o caminho que devo seguir
Dê-me Teus sonhos, Teus desejos
Teus pensamentos, Teu sentir
Dê-me Sua vida para viver

Deixe-me ver o que Tu vés
Dá-me tua graça, o Teu poder
Daí-me Teu coração
Deixe-me ver Teu interior
Para ser mudado por Teu amor
Daí-me Teu coração

Jesus Adrian Romero y Marcela Gandara


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