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O Trauma No Divã E A Cura Das Memórias: Como Superar As Recordações Que Nos Matam

  Você já sentiu como se um acontecimento doloroso da sua infância continuasse a ditar as suas escolhas, medos e reações no dia de hoje? É assustador perceber que, mesmo após décadas, certas feridas do passado teimam em sangrar no nosso presente. Primeiramente, precisamos reconhecer que a nossa mente humana não esquece os impactos emocionais profundos, apenas os esconde em caixas trancadas. A obra-prima "ODivã", de Roberto Carlos , funciona como uma radiografia poética e dolorosamente real desse processo de adoecimento psíquico. É angustiante notar como o eu lírico revisita a casa com varanda e as flores na janela com uma saudade misturada ao sofrimento do trauma. Em contrapartida, tentar abafar esses gritos internos sem o devido tratamento só prolonga o ciclo de repetição das nossas dores emocionais. Neste artigo, convido você a deitar-se comigo no divã da reflexão para desvendar os mistérios da memória e do sofrimento. Vamos entender como a neurociência, a psicanálise...

Conduzindo Almas A Jesus


    Você gostaria de conduzir pessoas até Jesus?
O que é preciso para você conduzir alguém até Jesus?
Vamos prestar atenção na atitude que alguns homens tomaram em relação a um de seus amigos.
 Correu a notícia que Jesus estava em casa. O que deveria ser muito incomum, uma vez que Ele viajava bastante pelas cidades da região. Muitos correram para ele – isso mostra sede, a necessidade que o homem tem de Jesus. Não se poderia perder essa oportunidade. Mas que constrangimento, a porta estava impedida de entrar e Jesus estava ensinando – é preciso anunciar a palavra.
Mas havia solidariedade, levar outros a Jesus. É quando esquecemos nossas necessidades e nos importamos com a necessidade do próximo.
As vezes é preciso quatro pessoas para levar alguém a Jesus.  Os amigos enfrentaram dificuldades, mas criaram uma situação para levar o paralítico. Não podemos desanimar diante as dificuldades, mas criar uma solução. Diante uma CRISE, CRIE.
Jesus pára seu discurso para prestar atenção e ajudar o paralítico, Jesus mostra que a necessidade de uma pessoa é mais importante do que aquilo que estamos fazendo.
Depois que o homem já estava próximo no chão, os carregadores e o paralítico ficaram calados enquanto Jesus estava falando. Aprendemos com isso que precisamos ouvir a voz de Deus. Jesus age no Seu tempo.
Jesus se utiliza de duas expressões surpreendentes: “Filho perdoados são os teus pecados”, e depois: “a ti te digo, levanta-te, toma o teu leito, e vai para tua casa.”
Jesus age de forma que aquilo que acontecerá será o melhor para nós. Ele tem toda a autoridade.
Vimos que foram preciso quatro pessoas para conduzir um homem até Jesus, e somente um para carregar o instrumento, a maca. Isso mostra que depois de vir a Jesus, podemos aprender a caminhar sozinhos.

Aquilo que nos atrapalha, que é a nossa dificuldade, aquilo que nos faz ficar dependentes, seja as drogas, o álcool, o sexo, os jogos; aquilo que é minha muleta, minha maca, pode ser abandonado. Posso me erguer e caminhar para casa, meu lar. Para aqueles que me esperam. Posso viver agora sem dependência.

Os amigos que levaram o homem não receberam nenhuma recompensa pelo ato de tê-lo levado. Ao levar alguém até Jesus não podemos ficar a espera de ser recompensados.

Mas, podemos aprender cinco questões:
1.           Precisamos ver Jesus como a pessoa mais importante.
2.           Precisamos acreditar na eficácia de sua palavra como fonte de vida.
3.           Precisamos aprender a ser altruísta, carregar o outro.
4.           Precisamos criar oportunidades, ser criativos.
5.           Precisamos continuar levando outros a Jesus.

Deus lhe abençoe!