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Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve"

Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve" The 2026 Carnival season brought more than just rhythm and feathers to the streets; it brought a clear attempt to satirize and label the lifestyle of the Christian and conservative family . On one hand, parades used political tributes as a pretext to criticize what they call the " damages of the family in preserve ." On the other, analysts and faith leaders are trying to figure out why the Christian public feels increasingly disconnected from the narratives proposed by the festivities and traditional politics. While the carnival script parades its allegories, colors, and satires filled with irony about us "conservatives," here we are… with a new label. And honestly, if they’re going to call us "preserves," let’s make sure we are well-labeled. Preserving Means Caring, Not Discarding Let’s be honest: every preserve has a noble purpose. Nobody preserves something they inten...

Um Convite À Apreciação

“Então Jesus tornou a falar-lhes por parábolas, dizendo: O reino dos céus é semelhante a um rei que celebrou as bodas de seu filho. Enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas, e estes não quiseram vir. Depois enviou outros servos, ordenando: Dizei aos convidados: Eis que tenho o meu jantar preparado; os meus bois e cevados já estão mortos, e tudo está pronto; vinde às bodas. Eles, porém, não fazendo caso, foram, um para o seu campo, outro para o seu negócio; e os outros, apoderando-se dos servos, os ultrajaram e mataram.  Mas o rei encolerizou-se; e enviando os seus exércitos, destruiu aqueles homicidas, e incendiou a sua cidade”.

Como ser criado com o propósito de adorar a Deus, nosso primeiro dever para com Deus é adorá-lo, e nós o adoramos ao apreciá-lo.
Deus deseja que nossa adoração seja motivada por amor, ação de graças e alegria, não imposta.
C. S. Lewis disse: “Ao nos orientar para adorá-Lo, Deus está nos convidando para apreciá-Lo”.
Deus está convidando você para sua glória, cumprindo os propósitos que Ele estabeleceu para você. Essa é realmente a única forma de viver. Todo o resto é apenas existir.
Mas o ser humano tem uma tendência a se desviar daquilo que é o mais importante. Muitas vezes essa tendência é motivada simplesmente pelo mórbido desejo inconsciente de ser melhor do que o outro e aquilo que se deseja é de fundamental importância para a construção da felicidade.
Como podemos ler no texto de Mateus, muitas vezes preferimos fazer caso desse convite a nos envolvemos com as questões que em nosso entender, são de fundamental importância. Esquecendo-nos que todas essas coisas um dia passarão e o que nos restará serão apenas recordações de momentos que se foram no tempo.
Ao invés de nos voltarmos a uma contemplação apreciativa d’Aquele que em todos os momentos pode nos fazer sentir felizes e está pronto a suprir nossas necessidades, preferimos ir “um para o seu campo, outro para o seu negócio”, numa busca incansável de nos sentir centrado dentro de um mundo encentrado. Causando vários distúrbios emocionais resultante de uma percepção equivocada dos valores desse mundo.
Mas uma coisa é certa, nem todo mundo que procura uma terapia realmente deseja lidar com os seus verdadeiros sentimentos. O objetivo de algumas pessoas é simplesmente fazer com que os problemas desapareçam. Nesse momento uma fuga da realidade pode ser o melhor a se fazer e por isso buscam em seus campos e negócios a oportunidade de escape para questões mais profundas das quais não se consegue lidar.
 Algumas vezes perdemos tempo tentando evitar a infelicidade e nos esquecemos de buscá-la.
A verdadeira vida começa quando você se compromete completamente com Jesus Cristo. Se não está seguro de ter feito isso, tudo que você precisa é receber e acreditar.

A Bíblia deixa bem clara a promessa: “aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus” – (João 1.12).
Como filhos, somos herdeiros; como herdeiros temos direitos adquiridos, e muitas vezes trocamos esse direito por uma simples migalha de um campo ou um negócio. Trocamos aquilo que é certo, pelas incertezas da vida.
E quanto a você? Vai aceitar essa oferta, esse convite de Deus para uma contemplação apreciativa de Sua Glória?

Rogério de Faria.

Texto de Mateus 22:1-14.

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