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Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve"

Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve" The 2026 Carnival season brought more than just rhythm and feathers to the streets; it brought a clear attempt to satirize and label the lifestyle of the Christian and conservative family . On one hand, parades used political tributes as a pretext to criticize what they call the " damages of the family in preserve ." On the other, analysts and faith leaders are trying to figure out why the Christian public feels increasingly disconnected from the narratives proposed by the festivities and traditional politics. While the carnival script parades its allegories, colors, and satires filled with irony about us "conservatives," here we are… with a new label. And honestly, if they’re going to call us "preserves," let’s make sure we are well-labeled. Preserving Means Caring, Not Discarding Let’s be honest: every preserve has a noble purpose. Nobody preserves something they inten...

Posso Ser O Que Eu Não Quero Ser

“Mas Pedro, respondendo, disse-lhe: Ainda que todos se escandalizem de ti, eu nunca me escandalizarei. Disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que esta noite, antes que o galo cante três vezes me negarás”.

Cada um de nós é responsável pelo estado em que nos encontramos. Se estamos alegres ou tristes, desanimados ou entusiasmado. Nós criamos esse estado baseado nas experiências vividas, nos pensamentos, sentimentos e emoções que criamos dessas experiências.
Pedro embora conhecedor do poder de Jesus, de sua fama e aprendendo de seus ensinamentos a cada dia, fez aquilo que ele não queria fazer, negou O Mestre.
Os padrões mentais de Pedro se baseavam na sua experiência vivida em uma época opressora pelos romanos. Seu pensamento poderia está sendo preenchido pelas imagens que estavam a sua volta. As cenas de tortura que diariamente lhes eram apresentada.
Portanto quando se viu diante os soldados prendendo Jesus, sendo levado para ser apresentado diante as autoridades, as imagens internas, os sons internos que ele ouvia somando as suas sensações só poderiam fazer com que as palavras que saíram de sua boca fossem: “Eu não conheço este homem”.
Todos nós estamos sujeitos a falar, a fazer e agir de forma que não queremos.
Se aprendermos a direcionar e otimizar, aperfeiçoar a estrutura de nossas experiências subjetivas, nossa programação mental, poderemos obter uma melhor comunicação intrapessoal que se traduzirá num comportamento melhor e seremos capazes de uma comunicação interpessoal mais eficaz.
Depois que Pedro passou por essa experiência traumática, e começou a modelar o exemplo de Jesus, começou a entender que se usasse a mesma estratégia mental de Jesus, se convertesse, conseguiria os mesmos resultados que Jesus obtinha diante situações desfavoráveis e desagradáveis. Com essa aprendizagem Pedro pôde sair do papel de vítima e se tornou mais proativo e ter mais controle de sua própria vida.
Com o passar do tempo, vamos acumulando mais experiências, mais camadas vão sendo acrescentadas, e menos exposição de nos permitimos ter quanto ao que realmente sentimos.
A maioria das pessoas escolhe por diversas razões não falar sobre o que realmente sentem, exibem um comportamento contraditório ao que o seu “verdadeiro eu” está sentindo.
Pedro amava Jesus, mas o medo dentro dele o fez negá-lo.
Posso ser o que eu não quero ser... Porque eu não quero ser.
Quando aquilo que não queremos ser torna-se uma obsessão apaixonada dentro de nós, podemos nos tornar aquilo pelo fato de não querer ser, pois nesse instante nossa mente está cheio de tal idéia, e a compulsão apaixonada pela realização de tal ato se materializa pelo fato de não querer ser.
            A paixão é uma forma extrema da emoção. Ela pode cegar momentaneamente, mas é passageira e não tem a duração e a obsessão da emoção. Certa atmosfera social favorece ou não o desabrochar de determinados tipos de paixão: A Paixão Religiosa, na época das Cruzadas e das guerras religiosas, a Paixão Intelectual no séc. XIII e na renascença; no séc. XVIII, a Paixão Romântica e outras.
           Pela sua parte de ocupação quase total do psiquismo, tem aspecto, até certo ponto, neurótico. Pode se desencadear a partir de um simples estímulo, como o amor à primeira vista, como pode surgir de causas mais profundas.
Pedro provavelmente tinha medo de sofrer as torturas que eram impostas pelos romanos, queria se vir livre da morte. Essa paixão pela vida pode ter sido a motivação dele fazer aquilo que não queria.
         O que tem sido a paixão motivacional de sua vida? Que padrões mentais você criou ate hoje? Eles podem ser a causa de você está fazendo exatamente aquilo que você não quer.
         O sábio Salomão adverte:
“Tenha cuidado com o que você pensa, pois a sua vida é dirigida pelos seus pensamentos”.  (Provérbio 4.23. – BLH).

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