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Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve"

Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve" The 2026 Carnival season brought more than just rhythm and feathers to the streets; it brought a clear attempt to satirize and label the lifestyle of the Christian and conservative family . On one hand, parades used political tributes as a pretext to criticize what they call the " damages of the family in preserve ." On the other, analysts and faith leaders are trying to figure out why the Christian public feels increasingly disconnected from the narratives proposed by the festivities and traditional politics. While the carnival script parades its allegories, colors, and satires filled with irony about us "conservatives," here we are… with a new label. And honestly, if they’re going to call us "preserves," let’s make sure we are well-labeled. Preserving Means Caring, Not Discarding Let’s be honest: every preserve has a noble purpose. Nobody preserves something they inten...

O Temor Secreto De Não Ser Digno De Ser Amado


 
“O centurião, porém, replicou-lhe: Senhor, não sou digno de que entres debaixo do meu telhado; mas somente dize uma palavra, e o meu criado há de sarar.” 
(Mateus 8. 8) 

Quantas pessoas existem com um complexo dentro de si, seja pelas coisas que fazem, ou por que alguém lhe diz que elas de nada valem; que carregam dentro de si um sentimento de que seu modo de proceder não inspira respeito. Que não possuem uma autoridade moral para falar de determinadas coisas, para aconselhar, para amar ou para serem amadas. Se sentem indignas. Existe dentro delas uma dualidade de sentimentos, que as motivam a um agir honesto, decente. Mas, esse outro sentimento de não está sendo merecedor, algumas vezes as impedem de fazer a coisa apropriada.
Muitas caminham sem segurança, em suas vidas sem entender que isso pode mudar. Que há chegado à hora, o seu tempo de mudar.
Deus mostrou um propósito eterno para nós. Isso inclui a mim e você. A paz agora chegou. Jesus quando foi à cruz levou sobre si aquilo que sobre nós pesaria enormemente.
Nessa longa viajem que é o tempo que você tem vivido até agora, talvez você não tenha imaginado que dentro desse amor. O amor que Deus mostrou ao mundo, quando enviou Seu filho Jesus, você poderia está incluído. Muitas vezes pela timidez de se sentir indigno, você não acreditou que ele ama você. Pode ser que não tenha entendido que esse amor transcende qualquer sentimento humano e nossa limitada capacidade de compreender que mesmo fazendo as coisas que fazemos, diante de Deus somos merecedores desse amor.
O que importa é que devemos seguir adiante sabendo que “agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Romanos 8.1). Assim podemos enfrentar a vida, sem sentir o coração em pedaços, curando as feridas que marcam a alma com esse sentimento de indignidade. Por que Aquele que nos ama, nos amou primeiro antes mesmo que tivéssemos conhecimento de sua existência. Esse temor secreto dentro de nós de não ser amado, de não ser aceito, acaba quando encontramos alguém que nos ama como somos, sem impor condições para se amar.
Precisamos ter força em nosso coração e coragem para recomeçar, e aproveitar cada momento de nossa vida agora que conhecemos esse amor.
Rogério de Faria.
 


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