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Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve"

Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve" The 2026 Carnival season brought more than just rhythm and feathers to the streets; it brought a clear attempt to satirize and label the lifestyle of the Christian and conservative family . On one hand, parades used political tributes as a pretext to criticize what they call the " damages of the family in preserve ." On the other, analysts and faith leaders are trying to figure out why the Christian public feels increasingly disconnected from the narratives proposed by the festivities and traditional politics. While the carnival script parades its allegories, colors, and satires filled with irony about us "conservatives," here we are… with a new label. And honestly, if they’re going to call us "preserves," let’s make sure we are well-labeled. Preserving Means Caring, Not Discarding Let’s be honest: every preserve has a noble purpose. Nobody preserves something they inten...

A Insustentável Leveza De Ser Cristão


"Assim falou o SENHOR dos Exércitos, dizendo: Executai juízo verdadeiro, mostrai piedade e misericórdia cada um para com seu irmão. E não oprimais a viúva, nem o órfão, nem o estrangeiro, nem o pobre, nem intente cada um, em seu coração, o mal contra o seu irmão."

“Moro num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza”.
Mas não está nada “beleza”!
O Brasil, chamado de “um país cristão”, e que está em crescimento o cristianismo evangélico, não mostra a sustentabilidade desse Ser cristão.
É muita demagogia que não mostra nenhuma verdade de testemunho cristão. Que não mostra nenhuma justiça. Nenhuma piedade e nenhuma misericórdia.
Aquela famosa oração de Francisco de Assis que muitos gostam de recitar, perde seu poder quando olhamos para nossa amada nação:

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o
amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o
perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a
união;
Onde houver dúvida, que eu leve a
;
Onde houver erro, que eu leve a
verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a
esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a
alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a
luz.

Basta fazermos uma retrospectiva dos acontecimentos no Rio de Janeiro no ano passado, nas crianças que foram jogadas no lixo por suas mães, a opressão daqueles que são marginalizados, que são pobres, que são aposentados, que estão doentes e não encontram solução para a violência, para o desamor, a falta de perdão, a desunião, o salário e os hospitais.

Cristão no nome e práticas pagãs.
Que faz com que as pessoas percam a fé, a esperança, que gera tristezas e incertezas. E que na hora da urna, gera uma escuridão, essa treva que faz com que essa insatisfação se mostre em votos artísticos, futebolísticos, nulos e vamos ver no que vai dar.
Essa leveza que é o viver cristão,  que se mostra no governo e população onde Deus é o Senhor não existe quando Deus não é o Senhor.
Quando Deus não reina na nação, o povo geme. Chora e lamenta. Opressão e corrupção são o que encontramos. Tornando insuportável a vivencia de sua população.
Manter essa leveza cristã é difícil. É preciso se humilhar, é preciso orar, é preciso buscar a Deus, é preciso se desviar do mau caminho. Seja de forma pessoal ou nacional.

A outra parte da oração de Francisco de Assis também não é praticada numa nação onde direitos são prioridades e não os deveres.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois, é
dando que se recebe,
é
perdoando que se é perdoado,
e é
morrendo que se vive para a vida eterna.
Governantes se preocupam com seus direitos, procuram ser consolados quando erram sem se preocuparem em acertar os erros, desejam ser compreendidos quando atacam a imprensa com seu direito de expressão...
É... Essa insustentável leveza de ser...

Mas existe uma promessa feita, que se ouvida poderá trazer transformação real para a nossa nação:

“e se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se desviar dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra” - (2 Crônicas 7. 14).

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