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Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve"

Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve" The 2026 Carnival season brought more than just rhythm and feathers to the streets; it brought a clear attempt to satirize and label the lifestyle of the Christian and conservative family . On one hand, parades used political tributes as a pretext to criticize what they call the " damages of the family in preserve ." On the other, analysts and faith leaders are trying to figure out why the Christian public feels increasingly disconnected from the narratives proposed by the festivities and traditional politics. While the carnival script parades its allegories, colors, and satires filled with irony about us "conservatives," here we are… with a new label. And honestly, if they’re going to call us "preserves," let’s make sure we are well-labeled. Preserving Means Caring, Not Discarding Let’s be honest: every preserve has a noble purpose. Nobody preserves something they inten...

Desafios Para Transformar Conceitos Em Realidade


Até os irmãos de Jesus não criam nele.

É comum existir um grau de frustração quando se prega para alguém de sua família, um amigo ou um colega, e esse se recusa a aceitar o evangelho.
Isso pode acontecer porque depois que conhecemos algo novo, que nos faz bem, queremos compartilhar com outras pessoas essa descoberta e ajudá-las a ter e sentir o mesmo que nós.
Mas a maior parte das vezes nós não estamos preparados para uma resposta negativa. Isso nos constrange, nos frustra.
Saiba, porém que até mesmo os meio-irmãos de Jesus não creram que Ele é o Cristo. Mesmo tendo testemunhado Seus milagres e ouvido Seu ensino, eles se recusaram a crer, ter fé em Jesus como o Filho de Deus.
Isso serve para nos mostrar que a pessoa depois de ouvir o Evangelho tem a responsabilidade de crer ou não, mas aquele que o anuncia tem a responsabilidade de comunicá-lo com fidelidade. Jesus anunciava seu ensino de forma fiel e colocava em prática aquilo que pregava. Seus irmãos ouviam e viam essas coisas, mas não aceitavam.
Se você pensar que é responsabilidade sua a conversão de alguém, sua frustração será certa!
Existe um conceito de super-espiritualidade em nosso meio que algumas vezes, muitos líderes e pregadores se convencem de que a conversão de alguém depende de sua eloqüência, de seu carisma, do seu grau de conhecimento e aprofundamento em questões teológicas.
Essa idéia, essa opinião é uma noção errada de entendermos a aplicação da pregação do Evangelho com a conversão de uma pessoa. Isso não quer dizer que não devemos nos importar com dar o nosso testemunho ou com a nossa pregação. Os irmãos de Jesus o rejeitaram apesar de Suas obras e palavras. Mas, algumas vezes alguém deixa de se converter porque a vida daquele que prega não condiz com sua pregação.
Conceitos equivocados precisam ser quebrados, eliminados, para que essa frustração não venha ganhar força em sua vida é fazer você pensar que a sua unção, o seu ministério, a sua liderança não tem poder.
O fato de os irmãos de Jesus não crerem, nos mostra outra coisa, o parentesco terreno não garante a vida eterna. Cada pessoa individualmente precisa tomar essa decisão de crer ou não. É preciso que cada boca individualmente confesse ser Jesus o Senhor.
O convencer depende do Espírito Santo atuando na mente das pessoas que ouvem o Evangelho. Sua parte é pregar essa Palavra, de forma fiel, que condiga com seu modo de viver.
No final das contas, alguns dos irmãos de Jesus acabaram crendo nele. Tiago, provavelmente o mais velho, tornou-se um líder na Igreja primitiva (Atos 15. 13-21) e escreveu a carta que leva o seu nome. E estudiosos acreditam que o autor da Carta de Judas também tenha sido outro meio-irmão de Jesus.
O pregar é com você, o convencer é com o Espírito Santo.

Baseado em: João 7.5
 

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