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Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve"

Between the Parade and Eternity: Why We Choose to be a "Family in Preserve" The 2026 Carnival season brought more than just rhythm and feathers to the streets; it brought a clear attempt to satirize and label the lifestyle of the Christian and conservative family . On one hand, parades used political tributes as a pretext to criticize what they call the " damages of the family in preserve ." On the other, analysts and faith leaders are trying to figure out why the Christian public feels increasingly disconnected from the narratives proposed by the festivities and traditional politics. While the carnival script parades its allegories, colors, and satires filled with irony about us "conservatives," here we are… with a new label. And honestly, if they’re going to call us "preserves," let’s make sure we are well-labeled. Preserving Means Caring, Not Discarding Let’s be honest: every preserve has a noble purpose. Nobody preserves something they inten...

Coisas Que Esquecemos Pelo Caminho

 
“Quando Jesus completou doze anos, subiram eles segundo o costume da festa; e, terminados aqueles dias, ao regressarem, ficou o menino Jesus em Jerusalém sem o saberem seus pais; julgando, porém, que estivesse entre os companheiros de viagem, andaram caminho de um dia, e o procuravam entre os parentes e conhecidos; e não o achando, voltaram a Jerusalém em busca dele.
E aconteceu que, passados três dias, o acharam no templo, sentado no meio dos doutores, ouvindo-os, e interrogando-os.
E todos os que o ouviam se admiravam da sua inteligência e das suas respostas.
Quando o viram, ficaram maravilhados, e disse-lhe sua mãe: Filho, por que procedeste assim para conosco? Eis que teu pai e eu ansiosos te procurávamos.
Respondeu-lhes ele: Por que me procuráveis? Não sabíeis que eu devia estar na casa de meu Pai?
Eles, porém, não entenderam as palavras que lhes dissera.
Então, descendo com eles, foi para Nazaré, e era-lhes sujeito. E sua mãe guardava todas estas coisas em seu coração. ”

A vida é cheia de momentos.
É como as águas do rio que passam. Alguns desses momentos nunca mais se repetirão. Levam as oportunidades que se não aproveitadas, podem nunca mais existirem novamente. Simplesmente passam.
E nesse passar, ficam lembranças. Recordações boas e más. De coisas que vamos esquecendo pelo caminho.
O ruim é quando ao entardecer de nossa idade jovial, nos deparamos com o tempo que  passou... a vida passou, as oportunidades vieram e as deixamos passar como aquele barco no mar. Levado apenas pelo vento.
É ruim se deparar que nos esquecemos que a vida é cheia de momentos, que corremos tanto pela vida, que os momentos mais importantes não foram vividos. Que de tanto buscar ser em tudo o primeiro, nos esquecemos de pequenos detalhes que fariam a diferença se os tivéssemos vividos.
Ah... que loucura querer brincar com os sentimentos, vivendo dos aplausos que nos dão, mas que estão envoltos apenas em sonhos. É como cantar uma canção ao vento... E depois descobrir que já não se é mais como antes, e já não se sabe mais o que se sente.
Coisas que vamos esquecendo pelo caminho.
De tanto falar de amor e de vida, é possível nos encontrarmos sem amor na noite de um dia. Pois depois de brincarmos com aquela pessoa que mais queríamos, nos vemos sem querer sem o melhor que tínhamos.
Pois fomos ocultando a verdade com mentiras, nos esquecendo e nos enganando sem saber que éramos nós quem perdia. E depois de tanto esperar o que nunca oferecemos, vivemos a chorar aquilo que mais tememos...
Coisas que vamos esquecendo pelo caminho.
Corremos tanto pela vida, tentamos roubar tempo ao tempo, nos esquecemos até dos melhores amigos... dos filhos... do conjuge... da fé... de Cristo...
Lutamos tanto sem pensar no fracasso. E depois descobrimos que vivemos sem motivos.
Aquilo que deveria ser importante foi esquecido pelo caminho.
Amor, gozo, paz, paciência, bondade e fidelidade são coisas que não podemos esquecer pelo caminho.
Essas coisas só entendemos mais profundamente quando encontramos Jesus e fazemos como fez sua mãe depois de o haver esquecido em outra cidade e voltar para encontrá-lo: “E sua mãe guardava todas estas coisas em seu coração.”

Rogério de Faria.

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