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O Dilema Da Janela E A Ansiedade Da Escolha: Como Encontrar Paz Em Meio Aos Conflitos Internos

  Você já se pegou olhando fixamente pela janela, desejando largar tudo e simplesmente fugir da sua rotina atual? Essa sensação incômoda de que a verdadeira felicidade está sempre em outra estrada, longe de onde estamos, é mais comum do que imaginamos. Primeiramente, precisamos encarar o fato de que a nossa mente humana é uma fábrica incessante de projeções e idealizações futuras. A clássica canção de Roberto Carlos, A Janela , captura com precisão cirúrgica esse eterno cabo de guerra entre o desejo de expansão e o medo do desamparo. É angustiante perceber como oscilamos entre a fantasia da liberdade absoluta e o abraço caloroso, mas às vezes sufocante, da nossa zona de conforto. Em contrapartida, fingir que esse conflito não existe em nosso interior só aumenta a nossa ansiedade e o nosso esgotamento emocional diário. Neste artigo, convido você a sentar-se comigo à janela da alma para analisar as raízes profundas desse choque de opiniões que habita em nós. Vamos descobrir o ...

Brincadeira de Adulto


Ser criança!
Às vezes alegram... Às vezes causam problemas.
Sim, elas dizem o que pensam. Esse é o problema das crianças. Não sabem fingir.
Genuínos e sinceros. Não são como os adultos... Que aprenderam a fingir.
Ao se tornarem velhos... E muitas vezes levado pela vontade de crescer, tornam-se independentes, sofisticados, e aprendem o jogo do faz de conta.
Fingem o tempo todo, mesmo quando se trata de algo pelo qual não se deveria fingir.
Jesus disse: “Em verdade vos digo que se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus” (Mateus 18. 3).
 

De uma forma bela, o Evangelho nos faz ver as coisas novamente como criancinhas. Mas o problema dos adultos nos nossos dias é que perderam a visão infantil do mundo. Não sabem mais maravilhar-se com as coisas. Isso é muito triste!
Quando perdemos a capacidade de nos maravilharmos com as coisas, perdemos também a capacidade de sonhar. Deixamos simplesmente de crer.
Mas quando nos tornamos verdadeiros discípulos, devemos nos despir de nossas hipocrisias e atitudes falsas.
Jesus pode fazer de nós seres sinceros, francos, cristalinos. Saber que o importante para Deus é o que você é e não o rótulo que as pessoas lhe dão.
Como diz a canção:

“Quero ser como criança
Te amar pelo que És
Voltar à inocência
E acreditar em Ti”.


Voltar a ser criança significa voltar ao tempo em que ainda não havíamos aprendido a fingir. É isso o que significa humilhar-se diante de Deus. É se dispor a ser vistos e aceitos pelo que realmente somos. Sem fantasias, sem falsidades. Isso mostra que enquanto acharem que nos somos exemplos, sempre vamos chocar alguém. É saber que em muitas situações não somos parâmetro de certo e errado. O parâmetro é Jesus. O que disso passar é hipocrisia, não é realidade.
Se eu não consigo ser amigo de mim mesmo, terei dificuldades em fazer amizades com os outros: “Pois nunca ninguém aborreceu a sua própria carne, antes a nutre e preza, como também Cristo à igreja” (Efésios 5. 29).