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terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Retrospectiva Teológica – Parte 3

Em Teologia Sistemática existem muitos assuntos difíceis de entender, principalmente se a pessoa não tiver humildade suficiente para assumir suas limitações.

Falar sobre O Decreto de Deus é um desses assuntos pois as pessoas tem uma ideia da soberania de Deus, mas quando isso é posto em prática, não é bem isso o que parece pensar a maioria das pessoas. O que parece é que a maioria das pessoas tem a ideia de que Deus é alguém que lhe deve obedecer às orações, que está pronto a cumprir as ordenanças daquele que tem em suas mãos o poder da oração.

Mas quando estudamos sobre a Soberania de Deus, danos de encontro com a Ordem de Seus Decretos. Isso inclui a criação, a permissão da queda, e a salvação. E para cumprir os Seus decretos, Deus utiliza dos meios necessários para que eles aconteçam.


Ao apresentarmos o assunto sobre As Obras de Deus percebemos que a Ciência jamais apresentou uma explicação das origens mais razoável e satisfatória do que o livro de Gênesis, embora ele não se destine a ser um livro de Geologia, Astronomia ou qualquer outra ciência natural.

Ali não encontramos minúcias científicas, nem descrições científicas detalhadas. Não existem termos técnicos da Ciência. E nem informações sobre os movimentos dos corpos celestes, sobre distância, volume, gravitação ou qualquer outra explicação dessa natureza. Pois o propósito do livro de Gênesis não é nos ensinar ciência. O propósito de Gênesis 1 é introduzir a história da redenção.

Criação e Evolução – Sobre a criação, não há ninguém que negue mais esta teoria do que os evolucionistas materialistas. Certo professor da Universidade de Chicago há alguns anos atrás chegou a afirmar: “A divina criação da vida é puro disparate”.

No entanto, os químicos admitem que a probabilidade dos átomos e as moléculas apropriadas se combinarem para se formar uma única molécula de proteína é de 1 em 10113. E a matemática nos garante que tudo que tenha menos de 1 em 1050 de probabilidade de ocorrer, é descartado como impossível.


Qual a probabilidade de Deus não saber o que irá acontecer? Em A Providência de Deus vimos que o apóstolo Mateus escreveu em seu Evangelho: “E quanto aos muitos cabelos da vossa cabeça? Estão todos contados” (Mateus 10:30). Isso nos leva a seguinte conclusão: Não há essa possibilidade!

Terminamos nosso pensar teológico falando acerca dos Milagres – As Obras de Deus. Percebemos que no século XVIII, mais ou menos em 1750, surgiu o Racionalismo. Uma filosofia que enfatiza a razão humana e sua capacidade para responder as questões básicas. Baseava-se na razão, e não na fé, para criar uma teoria dos seres humanos e seu destino. Voltaire e Thomas Paine lideraram o movimento.

Nesta filosofia as ideias procedem não da experiência, mas da própria razão. Portanto é uma doutrina que rejeita qualquer autoridade além da razão e que, em particular, nega qualquer fundamento à fé religiosa. E por isso procurou contrapor à crença nos milagres o conhecimento mais desenvolvido da natureza. Quis substituir a religião sobrenatural pela religião natural.

É uma pena que muitos cristãos gastam seu tempo teclando em seus celulares, sem se importarem com aquilo que é o de fundamental importância para a sua vida e a sua existência.

Em 2015 estaremos de volta. Espero poder contar contigo aqui no blog. Desejo também que possam compartilhar com seus amigos e parentes este espaço que dedico a todos que amam o conhecimento e que desejam aprender um pouco mais.