A palavra “justiça” costuma despertar muitas emoções — especialmente quando vemos injustiças todos os dias. Mas será que sabemos o que é justiça verdadeira à luz da Bíblia? Um conceito importante para entender isso é o do castigo isonômico , expressão que une duas ideias fundamentais: punição e igualdade . O que significa castigo isonômico O termo “castigo isonômico” vem do princípio jurídico da isonomia , que significa igualdade perante a lei . Em palavras simples, trata-se de punir com justiça, sem privilégios ou discriminações. Esse princípio se resume em duas regras básicas: Tratar igualmente os iguais: quem comete o mesmo erro, nas mesmas condições, deve receber a mesma punição. Tratar desigualmente os desiguais, na medida da desigualdade: a pena deve ser proporcional à gravidade do erro e às circunstâncias do caso. Em outras palavras, o castigo isonômico busca equilíbrio: nem rigidez cega, nem impunidade; mas justiça que leva em conta as dife...
Certa vez, alguém disse: "Quando o
coração fala ao coração, não há mais nada a dizer!"
Isso significa dizer que precisamos confiar
em nosso sentimento. Que quando gostamos de alguém e temos confiança precisamos
retribuir o sentimento e confiar em nosso coração.
Não podemos nos deixar levar pela cabeça dos
outros.
Aqui está um texto para reflexão:
Um lenhador acordava todos os dias às 6 horas da manhã e
trabalhava o dia inteiro cortando lenha, só parando tarde da noite. Ele tinha
um filho lindo de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bichano de
estimação e de sua total confiança. Todos os dias, o lenhador — que era viúvo —
ia trabalhar e deixava a raposa cuidando do bebê. Ao anoitecer, a raposa ficava
feliz com a sua chegada.
Sistematicamente, os vizinhos do lenhador alertavam que a
raposa era um animal selvagem, e, portanto, não era confiável. Quando sentisse
fome comeria a criança. O lenhador dizia que isso era uma grande bobagem, pois
a raposa era sua amiga e jamais faria isso. Os vizinhos insistiam: Lenhador,
abra os olhos! A raposa vai comer seu filho. Quando ela sentir fome vai devorar
seu filho!
Um dia, o lenhador, exausto do trabalho e cansado desses
comentários, chegou a casa e viu a raposa sorrindo como sempre, com a boca
totalmente ensanguentada. O lenhador suou frio e, sem pensar duas vezes, deu
uma machadada na cabeça da raposa. A raposinha morreu instantaneamente.
Desesperado, entrou correndo no quarto. Encontrou seu filho
no berço, dormindo tranquilamente, e, ao lado do berço, uma enorme cobra morta.
Isso nos faz refletir em quanto precisamos confiar
em nosso sentimento e nas pessoas que gostamos. Existe nesse mundo muitas
pessoas com maldade no coração querendo destruir qualquer tipo de
relacionamento.
O amor implica em depender. É dependência, é
estar na mão da outra pessoa. Amar implica em confiar no outro.
Por isso o apostolo Paulo escreve aos
corintos: “O amor é paciente e benigno, não arde em ciúmes; o amor não se
ufana, não se ensoberbece; O amor não é rude nem egoísta, não se exaspera e não
se ressente do mal. O amor não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a
verdade. Está sempre pronto para perdoar, crer, esperar e suportar o que
vier... O amor jamais acaba” (1 Coríntios 13. 4-8).
Essa é a essência do amor. Confiar um no
outro é essencial para um amor maduro. Pois tudo o que o Amor pede é
sinceridade, dedicação e entrega. Uma entrega que só é possível quando se
confia no ser amado.