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Você Não é Burro — Seu Cérebro Foi Reprogramado Para Não Conseguir Ler Mais Um Livro Inteiro

  Por que você não consegue mais terminar um livro? Você já começou um livro com entusiasmo genuíno e, poucas páginas depois, sentiu uma vontade incontrolável de checar o celular? Esse fenômeno, cada vez mais comum entre adultos e jovens, não é sinal de burrice, fraqueza intelectual ou falta de disciplina. É o resultado mensurável de uma mudança estrutural profunda no modo como nosso cérebro processa informação — provocada, em grande parte, pelo consumo massivo de microvídeos. Primeiramente, precisamos reconhecer a gravidade dessa perda. A leitura profunda não é apenas hábito cultural nostálgico — ela é habilidade cognitiva complexa, construída ao longo de anos, e hoje sendo silenciosamente desmontada por um ambiente digital hostil à concentração sustentada. O que os microvídeos estão fazendo com sua capacidade de concentração? Como especialista em Letras, é impossível não lamentar o que está sendo perdido: a leitura profunda desenvolve repertório analítico, vocabulário s...

O Cristianismo e o Medo - Parte 1

O que é o medo?

É algo irrazoável, pois para quem o sente, mesmo tendo provas de que aquilo que eles temem não pode acontecer, ainda assim eles o sentem.

É também uma coisas inexplicável. Há pessoas que não podem ficar sozinhas por causa do medo, mesmo sendo convencidas pela lógica de que estão protegidas e seguras.
O medo é um sentimento que tira as pessoas do eixo e interfere no equilíbrio psíquico. Mas ele deve ser encarado como um sinal de alerta. Sinal de que se precisa de ajuda.

O apóstolo Paulo declarou: “Porque Deus não nos deu o espírito de temor” (2 Timóteo 1. 7).

Existem muitas pessoas dirigidas pelo medo. São temores que provavelmente são resultados de experiências traumáticas ou de expectativas fantasiosas. Ou também do crescimento em um lar extremamente severo. Outras sentem medo por resultado de uma predisposição genética. Mas, independente disso tudo, independente do que tenha causado tal situação, pessoas dirigidas pelo medo frequentemente perdem grandes oportunidades; pois elas tem medo de correr risco e por isso mesmo, comportam-se de maneira cautelosa.

O medo é como um parasita que rouba a vitalidade da vida normal. Não é uma fraqueza normal, ele é uma influência real e poderosa. Por isso lidar com o medo envolve muitas emoções juntas como: a superação, o desafio e a preservação.

Precisamos, porém saber que existem dois tipos de medo, o que impulsiona e o que paralisa. Pois o medo é apenas um sintoma. Ele pode nos deixar alertas, avisando para nossa autopreservação a respeito de nossos limites físicos e psicológicos. Ou pode nos paralisar, impedindo a pessoa de prosseguir. 

Portanto o medo pode nos fazer tanto o bem como o mal.

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