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Como Organizar a Rotina de Mãe Solo Sem Se Esgotar: O Guia Prático

  Você já se pegou operando puramente no modo automático, atravessando os dias entre trocas de fraldas, banhos e mamadas, apenas para desabar na cama com uma sensação de vazio inexplicável? Primeiramente, precisamos compreender que esse estado de anestesia emocional é um mecanismo clássico de defesa da nossa mente. Após as primeiras semanas do parto, quando a poeira do choque inicial começa a baixar, muitas mulheres percebem que estão apenas sobrevivendo aos dias, mas não vivendo neles. É como se uma névoa psíquica invisível obscurecesse a própria identidade, reduzindo a existência a um ciclo interminável de apagar incêndios domésticos. Em contrapartida à romantização da maternidade, a rotina de cuidar de um bebê sem uma parceria para dividir o peso físico e emocional exige mais do que resiliência; exige um mapa. Quando a personagem Lia olhou seu reflexo no espelho com a filha Aurora nos braços, ela compreendeu que precisava de um caminho estruturado para reconstruir a si mesma. ...

O Temor Secreto De Não Ser Digno De Ser Amado


“O centurião, porém, replicou-lhe: Senhor, não sou digno de que entres debaixo do meu telhado; mas somente dize uma palavra, e o meu criado há de sarar.” 
(Mateus 8. 8) 

Quantas pessoas existem com um complexo dentro de si, seja pelas coisas que fazem, ou por que alguém lhe diz que elas de nada valem; que carregam dentro de si um sentimento de que seu modo de proceder não inspira respeito. Que não possuem uma autoridade moral para falar de determinadas coisas, para aconselhar, para amar ou para serem amadas. Se sentem indignas. Existe dentro delas uma dualidade de sentimentos, que as motivam a um agir honesto, decente. Mas, esse outro sentimento de não está sendo merecedor, algumas vezes as impedem de fazer a coisa apropriada.

Muitas caminham sem segurança, em suas vidas sem entender que isso pode mudar. Que há chegado à hora, o seu tempo de mudar.

Deus mostrou um propósito eterno para nós. Isso inclui a mim e você. A paz agora chegou. Jesus quando foi à cruz levou sobre si aquilo que sobre nós pesaria enormemente.

Nessa longa viajem que é o tempo que você tem vivido até agora, talvez você não tenha imaginado que dentro desse amor. O amor que Deus mostrou ao mundo, quando enviou Seu filho Jesus, você poderia está incluído. Muitas vezes pela timidez de se sentir indigno, você não acreditou que ele ama você. Pode ser que não tenha entendido que esse amor transcende qualquer sentimento humano e nossa limitada capacidade de compreender que mesmo fazendo as coisas que fazemos, diante de Deus somos merecedores desse amor.

O que importa é que devemos seguir adiante sabendo que “agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Romanos 8.1). Assim podemos enfrentar a vida, sem sentir o coração em pedaços, curando as feridas que marcam a alma com esse sentimento de indignidade. Por que Aquele que nos ama, nos amou primeiro antes mesmo que tivéssemos conhecimento de sua existência. Esse temor secreto dentro de nós de não ser amado, de não ser aceito, acaba quando encontramos alguém que nos ama como somos, sem impor condições para se amar.

Precisamos ter força em nosso coração e coragem para recomeçar, e aproveitar cada momento de nossa vida agora que conhecemos esse amor.

Rogério de Faria.

Postado em 13 DE MAIO DE 2011

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