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O Ruído Crônico Da Era Digital: Como A Neurociência Explica A Ansiedade E A Busca Por Alívio Mental

Vivemos em uma era de saturação sensorial sem precedentes. Ao acordar, o primeiro gesto de milhões de pessoas é estender a mão para o smartphone, abrindo as portas para um fluxo interminável de notificações, notícias alarmantes, cobranças profissionais e a vida idealizada de terceiros em feeds milimetricamente calculados. Esse bombardeio de estímulos, longe de ser inofensivo, está redesenhando a arquitetura neurológica de nossa sociedade e cobrando um preço altíssimo de nossa saúde mental e de nossa espiritualidade. A sensação difusa de urgência, o cansaço que o sono não cura e a incapacidade de manter o foco em uma leitura linear por mais de alguns minutos são sintomas de um mal comum: a fragmentação da atenção. Sob a ótica da psicanálise, da neurociência emocional e da teologia, o que chamamos modernamente de "esgotamento" ou "crise de ansiedade" é, na verdade, um sintoma de um desarranjo muito mais profundo na forma como fomos projetados para viver, pensar e cr...

Corações Maravilhosos

Mãe, a vida, foi você quem me deu. Me ensinado na cartilha do amor. E hoje sendo quem sou, tendo o que tenho e sabendo o que sei, eu entendo que tudo isso eu devo a você.

Jamais me esqueci de tudo o que você me ensinou. Eu agradeço pelo bem que me quis. Eu te amo mãe.

Me lembro do dia em que deixei o seu lar... Me lembro quando parti... Dos seus olhinhos vi uma lágrima cair.

Às vezes tenho vontade de novamente ser um menino. De pedir que me abrace na hora do meu desespero... De ouvir a sua voz.

O tempo passou, e a pesar da distância e do tempo eu não posso esconder, que às vezes me sinto perdido no meio da noite, com angústias e problemas que só gente grande é que tem.

Quando eu era criança podia chorar nos seus braços. E você me afagava os cabelos na hora da minha aflição.

Nos momentos alegres comigo sorria, e nas horas difíceis eu podia apertar a sua mão. E mesmo sem nada dizer, você dizia tudo que eu precisava escutar de você...

Em Isaías a Bíblia diz: “Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre?” (Isaías 49:15a).

Ser mãe é um papel muito importante que o Senhor escolhe para dar a muitas mulheres. Corações maravilhosos.

Não tenho mais a minha mãe comigo, nesta dimensão. Às vezes choro muito lembrando que poderia ter feito mais e não fiz. Poderia lhe ter amado mais...

Talvez eu não tenha sido um filho mau, mas sei que não lhe dei o principal, o carinho que ela gostaria de receber e que merecia. 

Portanto, você que a tem... Ame-a! Com todo carinho que as mães merecem e querem receber.