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sexta-feira, 30 de maio de 2014

QUANDO A NATUREZA QUER FAZER UM HOMEM

         Você é daqueles que gosta de sofrer? Que tem como atitude retirar prazer ou gostar do seu sofrimento e humilhação?
Possivelmente não. Embora existam aqueles que assim agem.
Jesus certa vez disse aos seus discípulos que no mundo eles sofreriam. Mas afirmou que nEle seria possível encontrar paz. Nessa conversa Ele concluiu da seguinte forma: “mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” (João 16. 33).
As dificuldades são o melhor quinhão que os jovens em todo o mundo podem receber!
Talvez você diga: “O quê, você ficou maluco?”
Eu direi: Não! Porque através da Bíblia fica claro que o sentido de quinhão é "parte", "porção" (Josué 17. 14).
É através de trabalho e dificuldades, através de luta e combate que se forja um caráter digno de ser lembrado posteriormente.
O conselho que Jesus deu-nos mostra como se portar diante os dois caminhos: o largo e o estreito.  Ele diz: “Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; e porque estreita é a porta, e apertado o caminho que conduz à vida, e poucos são os que a encontram” (Mateus 7. 13, 14).
         Nos versos da canção “Um Homem Também Chora (Guerreiro Menino)” de Gonzaguinha ele diz:
 
Um homem se humilha
Se castram seu sonho
Seu sonho é sua vida
E vida é trabalho
 
E sem o seu trabalho
O homem não tem honra
E sem a sua honra
Se morre, se mata
 
O escritor do livro Aos Hebreus escreveu: “Na verdade, nenhuma correção parece no momento ser motivo de gozo, porém de tristeza; mas depois produz um fruto pacífico de justiça nos que por ele têm sido exercitados” (Hebreus 12. 11).
Isso significa que haverá momentos de choro, de tristeza, de querer ouvir palavras amenas. Afinal, mesmos o maior e mais forte dos guerreiros necessita de carinho, pois são pessoas frágeis. Como seres humanos precisam de um abraço.
Mais uma vez os versos de Gonzaguinha:
 
Um homem também chora
Menina morena
Também deseja colo
Palavras amenas
 
Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
Da própria candura
 
Guerreiros são pessoas
Tão fortes, tão frágeis
Guerreiros são meninos
No fundo do peito